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18/12/2025

O Ministério da Saúde  disponibilizou no SUS  (Sistema Único de Saúde), o Implanon, método contraceptivo de longa duração, antes restrito a públicos específicos, que agora está disponível para todas as mulheres em idade fértil.


Anteriormente, o Implanon era destinado a mulheres com contraindicação ao uso de estrógenos, adolescentes, mulheres com distúrbio de saúde mental grave, vivendo com HIV/Aids, com dependência química, profissionais do sexo e mulheres em situação de rua.


Até 2026, o Ministério da Saúde estima distribuir 1,8 milhão de dispositivos para atender a todas as mulheres. O investimento será de aproximadamente R$ 245 milhões. 


Além de prevenir a gravidez não planejada, o acesso a contraceptivo também contribui para a redução da mortalidade materna, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O compromisso é reduzir em 25% a mortalidade materna geral e em 50%, entre mulheres negras até 2027.

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Sobre o contraceptivo

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O  implante é um método contraceptivo de longa duração e alta eficácia, considerado vantajoso em relação a outras opções. Ele é implantado sob a pele do braço e atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período. Após esse tempo, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, um novo pode ser inserido imediatamente pelo próprio SUS. A fertilidade retorna rapidamente após a remoção. 


Até o momento, a Secretaria de Saúde de Campinas já realizou quase 4 mil implantes do método nos Centros de Saúde do município.

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Vantagens

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- Método prático, de longa duração (3 anos) e reversível;
- Evita a necessidade de tomar pílula todos os dias;
- Não interfere com a relação sexual;
- Não interfere com a amamentação;
- Melhora as cólicas menstruais;
- Pode ser usado por mulheres que não podem tomar pílulas contendo estrogênio;
- Não diminui a massa óssea (osteoporose).

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Desvantagens

    

No início do uso do implante as mulheres podem apresentar mudanças no padrão de sangramento menstrual, alterações da pele, dores de cabeça, enjoos, aumento da sensibilidade mamária e variações do humor, semelhantes aos efeitos de outros métodos contraceptivos, mas que na sua maioria, melhoram após seis meses de uso.

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Como fazer o implante

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As mulheres interessadas devem procurar o Centro de Saúde de referência, onde receberão orientações sobre os métodos contraceptivos mais indicados para cada caso. 

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